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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Encontro de bruxos começa hoje em SP


O evento será aberto com um ritual de magia feito conjuntamente pelos bruxos.
Tema deste ano será a preservação do meio ambiente.
Bruxos de todo o Brasil vão se reunir nesta sexta-feira (26) no Parque do Ibirapuera, Zona Sul da capital paulista, para um ritual de magia que vai celebrar a abertura do 7º Encontro Anual de Bruxos em São Paulo. O evento será realizado até domingo (28) nas instalações da Assembléia Legislativa.
O evento deste ano tem como tema a preservação do meio ambiente e, segundo Rodrigo Smokovitz, organizador do encontro, serão feitas bruxarias para conscientizar a população e os políticos a defender mais a preservação da natureza.
No total, 600 pessoas já se inscreveram e a organização acredita que outras 200 façam seus cadastros até sábado (27). Quem se inscrever por telefone até as 10h desta sexta, paga R$ 10 para participar do evento. Depois, só é possível fazer o cadastro no sábado e a taxa será de R$ 20.
O encontro vai contar com palestras e debates sobre meio ambiente e outras religiões consideradas da terra, como druidismo e xamanismo.
Smokovitz explica que a Mãe Terra é a deusa dos bruxos e que a religião não acredita na existência de um diabo. "Não tem nada a ver bruxaria com pacto com o demônio", afirma. Segundo ele os bruxos também não voam em vassouras, não possuem nariz grande, não sacrificam animais nem criacinhas. "Fazemos feitiços com ervas em prol da humanidade", explica. Quem usa a magia para o mal é punido com algo três vezes pior do que aquilo que fez, garante o organizador.
Já as túnicas e o caldeirão, que aparecem nos filmes sobre bruxos, são mesmo usados nas magias. A panela serve para misturar ervas, queimar os pedidos e notas de dinheiro - o que faz com que a pessoa melhore sua condição econômica, diz o organizador.
Segundo ele, os feitiços são capazes de resolver problemas, unir casais - desde que os dois estejam dispostos, porque os bruxos não podem interferir no livre arbítrio - e curar doenças, contanto que não sejam impossíveis. "Nunca vi uma bruxaria resolver câncer em fase terminal, AIDS, fazer cego enxergar, nem paralítico andar", afirma. "Mas já curamos uma mulher que tinha câncer no seio e não estava terminal". Smokovitz, no entanto, diz que as pessoas não devem abandonar o tratamento médico.

Fonte: G1

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