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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Adolescentes também...

Crianças também?

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Melô do Inri Cristo e suas discipuletes

Você pensa que já viu todo o tipo de idiotice, afirmações esdrúxulas, loucuras e derivados na mídia? Pois você está errado. Graças ao Kibeloco, apareceu na grande mídia um hino a Inri Cristo, cantado por suas discipuletes. Tire suas crianças da frente do computador e assista com temor a esse vídeo:

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Abismado? Sôfrego? Em pânico? Relaxe, tem mais… com vocês mais um sucesso das discipuletes de Inri Cristo:

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Ser desafinado, fora de compasso, com letras ridículas, ainda vai… mas falar que Inri Cristo é lindo e transparece paz é esculhambação.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Giras "pentecostais?

Riso Santo? Embriaguês espiritual?

Preposto de Moon fala do "New Hope" na Câmara da Capital

Na sessão ordinária desta terça-feira (27) usou a tribuna da Câmara de Campo Grande de acordo com o art. 122 do Regimento Interno, o diretor da Federação para a Paz Universal, Mário Marcos de Oliveira, que apresentou à Casa o Projeto "New Hope" – reforma agrária, meio ambiente e educação de jovens. A federação tem como líder mundial o reverendo coreano Sung Myang Moon.

No uso da palavra livre, o diretor entregou aos parlamentares o livro “Família de Deus: Modelo para a Paz Mundial” e ressaltou o trabalho da federação que foi inaugurada pelo Reverendo Moon e sua esposa no dia 12 de setembro de 2005 em Nova Iorque com 2000 líderes de vários segmentos.

Atualmente existem mais de 50 mil embaixadores da paz em 194 países. “Esta federação estabelecida pela ONU é para formar líderes de consciência cujo interesse seja o bem comum, quebrando as barreiras de raça, cultura, religião e fronteiras inimigas”, destaca Mário.

No ano de 1995, o Reverendo Moon fundou na cidade de Jardim (MS), o projeto que segundo ele “Apesar da polêmica, o projeto não tem como objetivo adquirir adeptos, não deseja explorar qualquer segmento social, nem mesmo o meio ambiente” frisa o representante que especifica “Sua finalidade é estabelecer no Pantanal um modelo de desenvolvimento sustentável, como uma vila ideal que possa servir como exemplo para outras áreas do Brasil e do mundo, e tem como um dos seus pilares de formulação, o desenvolvimento da região e da população local”, conclui

Fonte: MS Notícias

Makiã - Um ilusionista?

Bispo Paulo Moura Na Assembléia de Deus de Boston e nos Gideões em Camboriú

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Vilões de 'Indiana Jones e o Templo da Perdição' eram seita real de assassinos

Thuggees, que agiram na Índia do século 14 ao 19, teriam matado dezenas de milhares.
Grupo praticava latrocínio como forma de ritual; historiadores debatem elo com deusa hindu.

Eles não comiam cérebro de macaco nem desenvolveram técnicas para arrancar o coração da vítima ainda batendo, mas os thuggees, vilões do filme "Indiana Jones e o Templo da Perdição", realmente aterrorizaram a Índia durante séculos. E são motivo de um ferrenho debate acadêmico entre os historiadores: seriam meros latrocidas, assassinos focados inteiramente no lucro, ou uma seita fanática?

Foto: paia
Os thuggees retratados numa gravura de 1857 do jornal britânico "Illustrated London News" (Foto: Reprodução)

Apesar do ambiente fantasioso, a segunda aventura do arqueólogo vivido por Harrison Ford até que menciona algumas informações historicamente confiáveis sobre os thuggees (algo como "ladrão" ou "pilantra" em hindi). Ao chegar a um palácio indiano nos anos 1930, época em que os britânicos governavam a região, Indy e sua trupe ouvem rumores de que os thuggees teriam voltado a agir, embora o grupo de bandidos tivesse sido oficialmente eliminado por volta de 1870.
De fato, no começo do século 19, a vilania dos thuggees se tornou legendária no Império Britânico. Eles chegaram até a ser incorporados ao vocabulário da língua inglesa, inspirando a palavra thug, muito utilizada hoje para designar capangas ou bandidos violentos de baixa extração.

Origens antigas

Mas o grupo, ao que tudo indica, surgiu muito antes do Raj britânico (nome dado ao domínio do Reino Unido na Índia). Crônicas medievais do século 14 falam dos assassinatos praticados pelos thuggees e do fato de que um sultão indiano os expulsou de seu território, sem, no entanto, prendê-los. A partir daí, acredita-se que os thuggees tenham agido de forma relativamente impune durante séculos.
A técnica de latrocínio do grupo envolvia ganhar a confiança de viajantes incautos e acompanhá-los por dezenas ou até centenas de quilômetros, até o momento favorável para o ataque. Os viajantes eram, então, estrangulados com lenços ou guardas, despojados de todos os seus pertences e enterrados em locais secretos.
E é aí que começa a polêmica. Vários relatos se referem ao uso que os thuggees faziam de certos rituais religiosos específicos durante seus crimes. Os principais envolviam a consagração da picareta usada para escavar os túmulos das vítimas, bem como o sacrifício de torrões de açúcar não-refinado, à deusa hindu Kali (também citada na aventura de Indiana Jones).

Foto: paia
Kali
A feroz deusa hindu Kali em pintura do século 19 (Foto: Reprodução)

Divindade feroz

Em muitas tradições do antigo hinduísmo, Kali é retratada como uma deusa ferocíssima, associada à morte e à violência. Ela carrega um colar de cabeças decapitadas e, em algumas pinturas, aparece dançando sobre o cadáver de seu próprio marido, Shiva.
Durante o domínio britânico, muitos tendiam a atribuir os assassinatos em série cometidos pelos thuggees a uma espécie de devoção fanática por Kali. Alguns historiadores modernos aceitam o elemento religioso na formação dos thuggees, mas dizem que há poucas diferenças práticas entre as crenças deles e as populações que predavam. Outros, no entanto, apontam o fato de que a "profissão" de thuggee passava geralmente de pai para filho, ou lembram que era só era possível "aprendê-la" com um guru -- traços de uma espécie de dever religioso.
De qualquer maneira, a fé em Kali não ajudou muito os thuggees quando o poderio do Raj britânico se voltou contra eles. Ao longo dos anos 1830, o funcionário britânico William Sleeman conduziu a primeira grande investigação criminal contra o grupo. Mais de 3.000 thuggees foram presos, sendo executados ou exilados. Membros da própria seita foram usados como informantes -- entre eles Behram, considerado o maior serial killer da história, com mais de 900 mortes na sua ficha.

Fonte: G1


sábado, 10 de maio de 2008

FAMOSO APOLOGETA CRISTÃO, EM ENTREVISTA, FALA DE ATEÍSMO, DIZ QUE EVOLUCIONISMO E FÉ NÃO SÃO INCOMPATÍVIES

ALISTER McGRATH COMENTA SOBRE O SEU LIVRO "O DELÍRIO DE DAWKINS"


Alister McGrath (foto) e Richard Dawkins, (este último) autor do livro "Deus, um delírio", têm trajetórias bastante parecidas. Ambos são cientistas de Oxford, estudiosos das ciências naturais e mostram-se abertos a novas formas de pensar, desde que as evidências o levem a isso. A diferença é que o raciocínio lógico levou Dawkins a pregar o ateísmo e McGrath a acolher a fé. Leia, nesta entrevista, como ele considera que a existência de Deus pode ajudar o conhecimento científico.

ÉPOCA - Quando você passou a acreditar em Deus?
Alister McGrath
- Na juventude estive apaixonadamente persuadido pela veracidade e relevância do ateísmo. Quando fui para Oxford estudar química, comecei a refletir sobre se aquilo faria sentido. Mais tarde conheci Joanna (sua atual esposa) e percebi que a força dos argumentos que levam a Deus é mais satisfatória do que a que leva ao ateísmo.

ÉPOCA - Vocês e Richard Dawkins são amigos?
McGrath
- Não, somos apenas professores da mesma universidade. Nós estamos presentes em alguns congressos e nos encontramos. Somos cordiais. Mas não posso dizer que somos amigos. Nós nos conhecemos mais pelas publicações que um e outro produziu. E nossas divergências também aparecem no que escrevemos.

ÉPOCA - Você diz que Dawkins se tornou um fanático. Qual a sua suspeita?
McGrath
- A agressividade de Dawkins é reflexo de sua frustração. Ele passou a ser mais agressivo porque sabe que a religião está cada vez mais presente na vida das pessoas. Ele convoca seus leitores para militar contra a religião e rompe com sua própria argumentação. Seu único argumento é de que a religião não descobriu nenhum indício sobre a existência de qualquer realidade que não seja a natural. É por frustração que ele afirma que toda a religião é perniciosa e deve ser banida da sociedade.

ÉPOCA - Quais seus argumentos para acreditar que Deus existe?
McGrath
- Neste meu livro, eu realmente não dou argumentos para acreditar em Deus, mas rebato os de Dawkins. A forma como você acredita em Deus dá sentido ao mundo. Acreditar em Deus traz esperança e motivação para se manter vivo e se relacionar com as pessoas.

ÉPOCA - Você acredita na evolução?
McGrath
- Eu discordo de Dawkins em sua insistência de que a evolução biológica exclui Deus do processo. Não entendo como ele chegou a essa conclusão. Na minha opinião, as duas coisas são compatíveis.

ÉPOCA - As pessoas religiosas têm a moral mais desenvolvida que os ateus?
McGrath
- Não quero dizer que ateus são pessoas ruins. O que quero dizer é que acreditar em Deus dá habilidade e ferramentas para tratar melhor deste assunto.

ÉPOCA - Dawkins diz que é importante submeter a fé a um exame crítico. Você acredita nisso?
McGrath
- Sim, acho que isso é uma importante coisa a se fazer. Acredito que todo mundo deveria submeter suas crenças a um exame crítico. Sempre. A razão pela qual sou cristão é porque submeti minhas crenças e descobri que elas não ficavam em pé. Para mim, acreditar em Deus tem razões muito mais robustas.

ÉPOCA - Quando a ciência não pode explicar Deus?
McGrath
- Penso que a ciência é extremamente efetiva para explicar o mundo natural. Mas quando tenta explicar questões como valores ou significados, não acredito que ela consiga com êxito. Dawkins diz que a ciência pode explicar todas as coisas. Eu digo que acreditar em Deus ilumina partes da vida que a ciência não pode explicar. As duas podem trabalhar muito bem juntas.

ÉPOCA - Você votaria em um candidato ateu?
McGrath
- Eu não escolheria meu candidato considerando a religiosidade dele. Dawkins exagerou no preconceito. Eu não cultivo o preconceito que ele próprio tem. Há um grande preconceito dentro da universidade, especialmente contra cristãos.

Fonte: G1

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